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VINHO AJUDA INTENSIFICAR SEU PALADAR?

  • Foto do escritor: Caroline Naomi
    Caroline Naomi
  • 25 de dez. de 2017
  • 2 min de leitura

SE VOCÊ NÃO LEU A RESENHA ANTERIOR, PEÇO QUE LEIA ANTES DE VER ESSA AQUI. - UM TEXTO DIFERENTE DOS TANTOS QUE ESCREVO -

Quem sou eu para falar de vinho? Praticamente ninguém, já que nem paixão intensa tenho por essa bebida. Talvez futuramente eu passe a gostar mais. Mas segui a recomendação do meu amigo (sim, o fã de vinho citado na resenha anterior. É por isso que estou pedindo para você ler a resenha da parmegiana, antes de passar os olhos por essa. Vai ficar mais fácil entender, vai por mim). Eu ainda estou escutando o novo álbum do Jack Johnson. Sim, pela segunda vez. Sim, eu gostei. Vinho? Ah sim, sim, é sobre isso que irei falar aqui. Dessa vez não tem o “O QUE ACHEI” marcado no início do parágrafo, pois estou escrevendo o que está passando pela minha cabeça, justamente como me foi sugerido. Sem cortes. Sem interrupções. Com muitas digressões, sim. Então o que você vai ter aqui é algo que diverge do que costumo fazer. É, eu sei que tenho que falar do vinho. Percebeu como minha cabeça é mil por hora? Sabe, eu acho que vinho faz sim diferença no paladar. Acho que ele tem mesmo o poder de deixar as comidas mais gostosas, intensificando o sabor dos ingredientes. Esse vinho estava bem suave e dava para tomar numa boa. Eu geralmente prefiro os doces e gosto menos dos secos. É um vinho argentino e dizia que tinha notas florais, além de algumas frutas. Se isso fez diferença para mim? Não muita. Confesso que não consegui distinguir os sabores. Ele sozinho, de início, não tem um sabor marcante, doce, forte… Só sei que no final você sente uma acidez razoável. Quando provei junto com a parmegiana foi algo diferente. O sabor da carne muda, sim. Difícil explicar como… Achei que acabou dando um certo equilíbrio ao prato, diminuindo a força daqueles ingredientes que estão em excesso, como o sal. Gostaria de saber como seria essa sensação comendo pizza, já que esta é minha comida favorita. Tenho certeza que conseguiria descrever bem mais coisas para vocês. Nesse dia a comida não me ajudou muito, dado que não comia parmegiana fazia tempo. Assim, entrei em conflito logo de início com a parmegiana. Agora soma com o vinho que não sou nada familiarizada… “Como descrever tudo isso?!”, fiquei pensando desde sexta-feira. Mas é. Esse foi o resultado da minha primeira experiência, levando de maneira mais séria, a análise da harmonia entre a comida e o vinho. Um dia trarei a vocês uma resenha completa descrevendo tim tim por tim tim as sensações e as explosões de sabores. Prometo. E caro amigo que me lançou esse desafio, se você estiver lendo, agradeço por ter me insistido analisar um prato de uma maneira inédita, pensando fora da caixa.

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